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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Escola Dom Bosco representará Mato Grosso no Prêmio Gestão Escolar 2012



A Escola Estadual Dom Bosco, da cidade de Lucas do Rio Verde, representará Mato Grosso na etapa nacional do Prêmio Gestão Escolar 2012, que será realizado em novembro deste ano. No total, seis escolas da rede pública brasileira concorrerão ao reconhecimento máximo como Escola Referência Nacional em Gestão Escolar’. A escolha levou em consideração a análise de um extenso dossiê avaliativo contendo informações nas dimensões gestão pedagógica, gestão de resultados educacionais, gestão participativa, gestão de serviços e gestão de pessoas.

O processo de análise de dossiês realizado pelo Comitê Estadual (composto por representantes de distintos segmentos da Educação) resultou ainda na seleção outras cinco escolas com experiências bem sucedidas nas dimensões da gestão escolar. Elas receberão a premiação estadual pela participação e práticas desenvolvidas. A Escola Estadual João Paulo I, da cidade de Paranaíta, Escola Municipal Ensino Básico Napoleão José da Costa, de Várzea Grande, Escola Estadual Maria Hermínia Alves, de Cuiabá,  Escola Estadual Ana Neri, de Juína, e Escola Estadual Luiza Nunes Bezerra, da cidade de Juara,  participarão na segunda quinzena de novembro de um grande evento promovido pela Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso (Seduc/MT), como uma ação de incentivo e reconhecimento ao trabalhos desenvolvidos.

“É importante frisar que nós não fizemos um ranking das escolas participantes e, muito menos, das selecionadas. Todas, de maneira geral, apresentaram um desempenho muito interessante”, explica a coordenadora do PGE na Secretaria de Estado de Educação, Cátia Figueiredo. Ela salienta que o exercício de registro das atividades, a construção coletiva das ações, a busca pelo envolvimento da comunidade nas discussões pertinentes à escola só enriquecem o processo de construção de uma escola democrática.

Sobre a unidade selecionada como Destaque Estadual ela cita que a escola “conseguiu proporcionar ações que ajudaram na promoção de práticas que extrapolaram os muros da escola e tornaram os estudantes protagonistas juvenis”. Em 2012, Cátia cita que houve um expressivo número de escolas inscritas à premiação, passando das 69, em 2011, para 141, em 2012 (sendo 21 unidades da rede municipal e 120 da rede estadual).

Destaque Estadual

Desde 2007, a Escola Estadual Dom Bosco participa do Prêmio Gestão Escolar e a seleção em 2012 representa fruto de um processo coletivo construído com o passar dos anos. “O início foi complicado. Nós não possuíamos a cultura de realizar o registro, de planejar e documentar as ações nas mais distintas dimensões. Faço parte da equipe de coordenação da escola há alguns anos e posso dizer que o dossiê é um instrumento que auxílio para a promoção de melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Esse é um processo iniciado anos atrás, coletivamente”. O relato é da gestora Soleni Teresinha Vendruscolo Ióris.

Ela pontua que o exercício diário de registro das boas práticas possibilita a avaliação e facilita interligar as dimensões da educação. “Muitos ainda são os desafios, mas percebemos uma sensível ascendência em indicadores nacionais a partir da adoção de medidas propostas com autoavaliação. “Em 2005, nossa escola foi considerada com uma das que deveriam ter atenção priorizada, por registrar Ideb de 2,5. Em 2007, já com a participação no Prêmio, passamos para 4,6. Dois anos depois chegamos a 5,2 e estamos na expectativa da divulgação de novos resultados”.

A unidade Dom Bosco atende a um total de 1,6 mil estudantes matriculados no Ensino Médio. A escola disponibiliza ainda aulas do Ensino Médio Integrado Profissionalizante, com cursos de Técnico em Informática e Técnico em Administração.

Premiação

As escolas representantes dos estados e do Distrito Federal recebem o diploma de destaque estadual/distrital e R$ 6 mil. As seis escolas finalistas, além do diploma de destaque nacional, recebem R$ 10 mil cada. A selecionada como primeira colocada ganha R$ 30 mil e o título de Referência Brasil. Os prêmios em dinheiro não são cumulativos. Os diretores de todas as instituições de ensino selecionadas para representar seus estados também são contemplados com uma viagem de intercâmbio para os Estados Unidos.

Criado em 1998 pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em parceria com entidades que apoiam o fomento da educação no Brasil, a premiação busca valorizar e motivar as escolas públicas no desenvolvimento de uma gestão democrática e de qualidade. Ao todo, 25.139 instituições já participaram.

*Atualizada

PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT

terça-feira, 19 de junho de 2012

Confira a lista de ganhadores da rifa da Festa Junina da Escola Estadual Dom Bosco

Atenção ganhadores dos prêmios da rifa da festa Junina:
Ainda há prêmios que não foram retirados. Favor comparecer o quanto antes para buscar o seu!

PRÊMIO
PATROCINADOR
Nº SORT.
GANHADOR
01
Moto Honda Fan 150
Mônaco Motos
3986
Ediana Pereira Sales
02
Moto Honda Fan 125
Mônaco Motos
1136
Wellington M. dos Santos
03
Notebook
Múltipla Escolha
3618
Citadella Telecomunicações
04
Notebook
Furini Mat. p/ Constr.
3004
Francidalva Silva Conceição
05
TV LCD
Martinello
536
Margarida E. Zanotto
06
Tablet
MSD Informática
4838
Leonir Ferreira Bueno
07
Tablet
I9 Soluções em Inform
806
Daieli Vedana
08
Netbook
Delta
100
Maria Balbina de Oliveira
09
I Pod e Porta Retrato Eletrônico
Citadella Telecomunic.
3044
Edson Neres Silva
10
Play Station II
Jet Color
8433
Jorge Carlos Ribeiro
11
Box de Blindex
Vidrolucas
8077
Arlan Berges


terça-feira, 22 de maio de 2012

Estratégias para administrar o blog da escola

Documento criado coletivamente na turma de Lucas do Rio Verde
Clique aqui para acessar!

Escola Estadual Dom Bosco é escolhida uma das 6 do Brasil para participar da Rio+20

Ontem (21) a Escola Estadual Dom Bosco em Lucas do Rio Verde teve sua rotina alterada. Uma equipe do Ministério da Educação e Cultura veio diretamente de Brasília para fazer um documentário mostrando os projetos desenvolvidos na escola. Durante o intervalo (que por esse motivo foi estendido) aconteceram várias apresentações envolvendo os núcleos da Com Vida - Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida, começando com a apresentação do coral da escola, que cantou músicas do cancioneiro popular brasileiro e também "Frére Jacques" (uma canção de ninar francesa a capella, ou seja, sem acompanhamento musical). Na sequência, vários grupos de alunos apresentaram números de street dance, depois jazz e por último swingueira. Todas as oficinas acontecem aos sábados nas dependências da escola.

Fernando José Ribeiro dos Santos, coordenador do núcleo de cultura, lazer e esporte da Com Vida, explicou que o objetivo dessa comissão é fazer com que os jovens possam desenvolver ações sustentáveis voltadas à cultura e ao esporte, proporcionando opções salutares de lazer a toda a comunidade onde estiverem inseridos.

O documentário apresentando as ações do Com Vida nas 6 escolas escolhidas no Brasil localizadas em Barretos (SP), Lucas do Rio Verde (MT), Rio de Janeiro (RJ), Pará, Porto Alegre (RS) e Rio Branco (AC) será mostrado na Rio+20, um encontro com cerca de 50 mil pessoas do mundo todo, inclusive representantes da ONU, Greenpeace, entidades preocupadas com o meio ambiente, para tratar deste assunto. Os produtores também visitaram a região conhecida como Macuco, e conheceram o projeto das sacolas ecológicas e tantos outros que a Escola Estadual Dom Bosco desenvolve. Em breve o documentário deverá estar disponível na rede.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Educação no Brasil

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.


Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

terça-feira, 24 de abril de 2012

Como manter uma boa convivência no ambiente de trabalho

Todos nós sabemos que em qualquer ambiente seja de trabalho, familiar ou mesmo em uma ambiente festivo existem pessoas que não se dão bem umas com as outras.
É quase que normal acontecer isso, pois incompatibilidade de gênios, ou de ideias e até de comportamento faz uma pessoa não se dar muito bem com a outra, que é como dizemos. Mas, em um ambiente de trabalho temos quase que uma obrigação de conviver com pessoas que não somos compatíveis, pois ambos precisam do salário no final do mês. Por isso, é fundamental saber lidar com as diferenças, afinal ninguém é igual a ninguém, e em um ambiente de trabalho um acaba precisando do outro a qualquer momento. Manter uma boa convivência, especialmente no trabalho é de bom tom. Manter-se sempre aberta a diálogos, agir sempre com simpatia, um sorriso no rosto e bom humor é o essencial para manter a harmonia mesmo com pessoas que você não tem compatibilidade de gênios. Porque cá pra nós, é muito complicado ficar o dia inteiro de mau humor devido aquela pequena inimizade no ambiente de trabalho. É claro que você e a pessoa não precisam ser amigas, mas manter uma postura, ser educado e simpático com todas as pessoas do seu trabalho é essencial.

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